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Matemática lúdica

Mesmo sem saber na época, eu sempre fui apaixonado pela lógica matemática. Durante minha infância e boa parte de minha adolescência, vivia brincando com aquelas pecinhas de montar, bolinha de gude, dominó, xadrez, quebra-cabeça e, entre outras coisas, o vídeo-game e o computador tomaram boa parte de meus momentos de entretenimento.

E com o tempo essas atividades, mesmo sem ser meu objetivo e intenção, foram modulando uma parte essencial da minha lógica matemática. Eu não precisava saber o que era um conjunto numérico, o que era uma sequência lógica e muito menos decorar formulações e axiomas. Bastava eu olhar para a atividade que eu tinha interesse em fazer e eu conseguia resolver, sem esforço, sem medo de errar, sem enrolação, eu ia lá e buscava uma solução para os problemas que vinham contra mim.

Será que é tão complicado deixar a matemática legal? Ou será que boa parte dos professores tem medo de sair da zona de conforto? Como estudante de licenciatura eu entendo que existem leis, metas e uma cobrança sobre os conceitos e médias de aprendizagem, mas será mesmo que é preciso transformar algo tão lindo e magnifico como a matemática em algo chato para alcançar esses objetivos?

Sou um amante nato da matemática e da tecnologia como um todo. Entendo a beleza e a poesia por trás da ciência. Me encanto só em pensar no quão magnifico que é aprender algo novo. Por isso, hoje, meu objetivo é simples: Mostrar ao mundo essa beleza e afirmar que a matemática é, das mais belas, a mais bela arte que um dia o ser humano pode compreender.

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